Vai deixa de tristeza e deixa o sonho te levantar, acredite que é possível ainda hoje uma virada, acredite que tudo foi apenas um engano, mantenha a rota do seu barco da vida, não desista novamente, as pedras são apenas restos que a chuva trouxe... amar, viver, sonhar, acreditar, lutar e até o chorar, são fases que compõem o grande quadro chamado vida, onde a tela é a sua história, as tintas são as pessoas que passam por ela, mas, o pintor, o responsável pela obra é sempre você! (Autor desconhecido)

sábado, 24 de setembro de 2011

Mariana Britto


Mariana Britto nasceu em 05 de julho de 1987 e mora na cidade de Campinas, em São Paulo. Confiram mais do trabalho desta bela e talentosa autodidata em http://skategirl.deviantart.com
Segue o e-mail da artista para quem quiser contratar seu trabalho: marianaskategirl@hotmail.com  
Foi difícil escolher apenas algumas imagens, quando eu me dei por conta já tinha selecionado várias e ainda assim tinha muito mais... Adoro!!

 







 

sábado, 17 de setembro de 2011

O Retorno do Jovem Príncipe

O clássico "O Pequeno Príncipe", de Antoine de Saint-Exupéry, vai ganhar uma continuação pelas mãos de outro autor. O selo Fontanar, da editora Objetiva, comprou recentemente os direitos da edição ilustrada de "O Retorno do Jovem Príncipe", escrita pelo argentino Alejandro Guillermo Roemmers.

Inspirado no clássico de Saint-Exupéry, é uma fábula sobre a volta à Terra do Pequeno Príncipe, já adolescente. O livro foi realizado com aval da Fundação Antoine de Saint-Exupéry, na França. Além do Brasil, Itália, Portugal e Alemanha também compraram os direitos de publicação da obra da obra.

O livro O Retorno do Jovem Príncipe é uma obra de ficção que fala da visita de um célebre príncipe à Terra em sua adolescência. Com visão humanista e espiritual sobre o mundo, seus habitantes e os valores básicos que os sustentam, o poeta argentino A. G. Roemmers faz um tributo sutil ao personagem que há décadas encanta gerações. 

Best-seller na Argentina, o lançamento está sendo também publicado em mais de 15 países. Ao viajar sozinho no vazio da Patagônia, um homem maduro encontra um adolescente desacordado e o socorre. Quando o rapaz acorda, o homem percebe que não se trata de um jovem qualquer, mas de um famoso príncipe que cresceu e resolveu revisitar o planeta Terra. Os dois viajantes embarcam num diálogo denso que aborda as grandes questões existenciais. Assim, a viagem de carro se transforma em uma autêntica trajetória espiritual, que abrange a transição da inocência à maturidade, do cotidiano ao transcendente e da tristeza à alegria.

Roemmers retoma no livro discussões éticas sobre a experiência humana e aborda temas ainda cruciais à humanidade, como guerras, crises econômicas, fome e consumismo. "Durante o percurso da viagem fictícia, o Jovem Príncipe pergunta se há muitos caminhos no planeta Terra e se não ocorre aos homens procurar no céu a orientação. Sempre há problemas e os caminhos para superá-los", afirma o autor, também influenciado pelo personagem em sua infância.

sábado, 10 de setembro de 2011

Os Italianos

Antes de falar sobre este livro, gostaria de fazer um mergulho no passado. Lembro bem que desde meu primeiro contato com as aulas de história, sobre outras civilizações, me encantei especialmente com os Romanos, Gregos e Egípcios, e sei que sou uma em meio a muitas outras pessoas que já passaram por esta experiência. Nem todos são imunes aos mitos, mistérios e beleza desenvolvidos por estas civilizações, que tanto influenciaram e influenciam nossas vidas até hoje, desde a maquiagem até a arquitetura ou na legislação. Quando era criança, e já faz tempo (risos), muito pequena mesmo, já demonstrava aptidão para o desenho e ao longo dos anos, sempre me senti atraída por tudo que envolvesse a arte. Este é um traço marcante de minha personalidade. Conseqüentemente, um dos lugares no mundo que mais gostaria de visitar, é a Itália. Berço de tantos artistas e mestres que são fonte de inspiração e cujo legado não pode deixar de ser reconhecido, mesmo pelos menos sensíveis as artes.

Em minhas viagens pela internet, encontrei o livro “Os Italianos” de João Fábio Bertonha. Ele faz uma retrospectiva geral, que vai desde época muito anterior ao Império Romano, quando a península itálica foi povoada por uma grande variedade de tribos e reinos que se sucederam continuamente. Sua narrativa segue até os dias atuais, onde um Primeiro-Ministro, Silvio Berlusconi, empresário e político, entra e sai dos noticiários mundiais, diversas vezes acusado de corrupção. O Autor consegue demonstrar através de uma análise social, econômica e cultural, a complexidade deste povo que habita a península itálica, e que apenas em 1860-1918, depois de muitas divergências amenizadas, conseguiu efetivar um processo de unificação, que foi designado de Risorgimento. Este povo belo e carismático, resultante de milênios de atividade humana, teve seus autos e baixos ao longo dos anos e foi bastante afetado por todas as camadas de história que o rodeiam. A meu ver, o Império Romano foi uma influência marcante no modo como os italianos se viam e si vêem, a ponto de dificultar seu relacionamento com os demais países europeus. Imaginem alguém que já teve um império, aceitar uma posição menor na história global?

Trechos do livro:
“Nada, provavelmente, é mais difícil do que tentar atribuir uma “índole” ou uma característica especial e exclusiva a um povo.[...]”

“É injusto e arbitrário tentar estabelecer padrões de comportamento dentro dos quais os membros de uma dada nacionalidade devem se comportar ou ser vistos. Qualquer brasileiro que não sabe jogar futebol ou que não gosta de Carnaval e que já foi olhado com espanto e admiração justamente por isso fora do Brasil sabe a que estou me referindo.[...]”


Mas enfim, o livro é muito bom e instrutivo e realmente ampliou a forma como vejo hoje a Itália e seu povo, e como diria Santo Agostinho “Tolle et lege! Tolle et lege!” (Pegue e leia! Pegue e leia!)

Aproveito a deixa para apresentar o trabalho de um fotógrafo italiano, Davide Bisheri, que simpaticamente respondeu a um e-mail meu sobre suas fotos. Confira abaixo. Eu curti!








sábado, 3 de setembro de 2011

A Guardiã da Meia-Noite

 
Imagem de Ana Fagarazzi
Alemanha, início da Segunda Guerra Mundial – Os alemães estão cada vez mais organizados e focados em um único objetivo, expurgar todos aqueles considerados impuros e indesejáveis, o que inclui os vampiros, para realizar o sonho de uma raça ariana perfeita. Ritler tem planos para invadir a Polônia e a França, a fim de expandir o território e as forças alemãs. Tudo que estiver em seu caminho deve ser subjulgado e não sendo possível, destruído. Sua ambição é maior do que qualquer coisa, e por espantoso que pareça, a maior parte da população alemã o apóia na sua total falta de respeito pela vida, ou pela morte. Um grupo menos provável, formado por vampiros, resolve que precisa fazer algo a respeito. Até mesmo eles estão revoltados diante de tão grande absurdo. Eles são vampiros, milenares que sobreviveram aos séculos e que apesar de se alimentarem dos seres humanos, não se consideram  assassinos cruéis como Ritler, afinal eles são apenas caçadores e como tais, precisam caçar e se alimentar. A guerra dificulta muito as coisas para eles e diminui seu alimento. O Tribunal Britânico dos Vampiros se reúne para decidir como agir. Eles decidem que devem se infltrar entre os alemães para descobrir o maior número de informações, a fim de alertar os países europeus sob a mira do Terceiro Reich. Brigit, Mors, Meaghan, Swefred e Cleland se dividem, cada em sua missão, mas todos seus esforços parecem dar em nada. Brigit acaba assumindo um compromisso quase impossível para um vampiro, mas por questão de honra, se empenha para que dê tudo certo. Além das grandes dificuldades e perigos que a cercam, sua angústia é ampliada pelas saudades de seu grande e único amor, Eamon. Ele não era um milenar e por decisão do Tribunal não partiu em missão com os outros vampiros. Brigit ao ser transformada em vampira, era uma grande promessa por toda a impetuosidade e força que demonstrava ainda humana, contudo faltava algo que encontrou apenas muito tempo depois, com Eamon. Eles se completavam e amavam de uma forma como todos gostariam que fosse um grande amor.

A história se desenrola boa parte do tempo durante uma viagem de trem, onde Brigit transporta uma carga muito preciosa a ser entregue na Inglaterra. Enquanto isto os anos vão mudando aleatoriamente entre os capítulos, indo e vindo do passado, exigindo bastante atenção do leitor para não se perder, mas isto deu um movimento e ritmo diferentes à história, o que achei bastante interessante. Uma leitura fácil e empolgante. Quando cheguei quase na metade, fiquei mais interessada e não consegui mais largar o livro até terminar.

Este é o romance de estréia de Sarah Jane Stratford, repleto de fatos históricos, nos levando de volta a uma época em que o horror causado por seres humanos, conseguiu superar até mesmo a ficção.

Sobre a autora

Sarah Jane Stratford nasceu no Garden State e passou seus anos de formação na cidade de Los Angeles, onde desenvolveu um grande amor pelo teatro. Mestre em História Medieval, formada pela University of York, na Inglaterra, atualmente vive em Nova York e este é seu primeiro romance. Além de escrever o próximo livro da série Milenar, também está trabalhando em peças de teatro.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O Retrato de Dorian Gray - sem cortes


Vejam que interessante, o livro “O Retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde, foi publicado pela primeira vez com certos trechos omitidos pelo seu teor, e a 120 anos esta versão censurada vem sendo publicada. Mais uma prova da difundida hipocrisia da sociedade da época, que preferia esconder certos fatos a encará-los de frente. Agora a Harvard University Press, está pela primeira vez publicando o original do autor sem cortes, em uma edição capa dura, ilustrada e com notas informativas que explicam referências e contextos culturais. Não sei quanto a vocês, mas mal posso esperar para ter o meu!
A capa do livro é o quadro “Narciso”, de Michelangelo Merisi da Caravaggio, mais conhecido apenas como Caravaggio. Narciso é um personagem da mitologia grega, um herói conhecido pela sua beleza e orgulho. O narcisismo tem o seu nome derivado de Narciso, e ambos derivam da palavra Grega narke, "entorpecido" de onde também vem a palavra narcótico. Assim, para os gregos, Narciso simbolizava a vaidade e a insensibilidade, visto que ele era emocionalmente entorpecido às solicitações daqueles que se apaixonaram pela sua beleza. Bastante apropriado para ser a capa de Dorian Gray, que se encaixa justamente neste perfil.

Imagem de Mariana Britto
Sigo andando a passos largos...
...sem rumo e sem destino, apenas observando o que se passa e o que passou, o conhecimento traz prazer mas também traz dor.
Jade

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