Vai deixa de tristeza e deixa o sonho te levantar, acredite que é possível ainda hoje uma virada, acredite que tudo foi apenas um engano, mantenha a rota do seu barco da vida, não desista novamente, as pedras são apenas restos que a chuva trouxe... amar, viver, sonhar, acreditar, lutar e até o chorar, são fases que compõem o grande quadro chamado vida, onde a tela é a sua história, as tintas são as pessoas que passam por ela, mas, o pintor, o responsável pela obra é sempre você! (Autor desconhecido)

domingo, 30 de maio de 2010

Violino

Quem leu minha lista de leituras, deve ter percebido que a autora mais lida por mim foi Anne Rice. Em minha opinião, e tenho certeza que na de muitas outras pessoas, uma grande escritora, que não mede esforços para escrever livros ricos em história, música, arte e personagens únicos, que nos prendem a atenção do início ao fim. É como se estivéssemos vendo um filme. Na época em que li vários livros dela em seqüência, quase podia sentir a presença de alguns personagens, tão forte é o sentimento que seus livros passam. Sem dúvida, e como já sabido do público, alguns personagens são inspirados em pessoas reais com quem conviveu. Em violino, Anne Rice se faz mais presente do que nunca, e, através da personagem Triana, vamos conhecer toda a dor que atormenta quem já perdeu alguém nesta vida. A personagem vive em Nova Orleans, na casa de seus antepassados, restaurada pela generosidade de seu segundo marido, Karl. Para seu desespero, Karl morre de AIDS, passando a fazer parte dos fantasmas que a assombram. No auge de sua dor, se consola na música deixada por grandes mestres como Beethoven e Mozart, quando é surpreendida pelo som de um magnífico violino próximo, ali na calçada, onde um misterioso homem parece tocar para ela. Este misterioso violinista, Stefan, será seu consolo e ao mesmo tempo um enigma a ser desvendado. Graças ao violino, Triana acaba por se envolver em algo sombrio e ao mesmo tempo maravilhoso. A música esta sempre presente é ela que move tanto Triana quanto Stefan em suas tragédias. E é com uma sensibilidade incrível que Anne Rice a descreve, com paixão e ao mesmo tempo suave.

domingo, 23 de maio de 2010

O Templo de Milhões de Anos


Este é o segundo volume da série sobre o Egito, escrita por Christian Jacq, autor francês e egiptólogo. Confesso que por falta de oportunidade, li direto o volume III em 2005 e agora acabo por ler o volume II, total inversão da ordem, mas como ainda me lembro do enredo do livro lido anteriormente, provavelmente lerei os próximos volumes. Quem vem acompanhando minhas leituras, já deve ter percebido um “certo interesse no Egito”?!... rsrs. Bem, quando tive meu primeiro contato com a civilização Egípcia, o que deve ter sido pela quinta série, fiquei bastante impressionada com a riqueza da cultura deste povo e com todos os mistérios que povoam a história... mas voltemos ao livro. O templo de milhões de anos, inicia com a morte de Sethi, que escolheu seu filho mais jovem, Ramsés, em detrimento do mais velho, Chenar, como seu sucessor para governar o Egito. Ramsés, cujas dificuldades não serão poucas, é coroado Faraó com apenas 23 anos de idade. Dotado do mesmo magnetismo de seu pai, Ramsés buscará a justiça e promoverá a expansão das obras do seu país. Para esta expansão, contará com o amigo de infância, Moisés, um hebreu nascido e criado entre os egípcios, mas que vive um conflito interno, diante de um povo que cultua vários Deuses e sua fé num Deus único. Eficiente chefe de obras, Moisés assegurará a construção de Pi-Ramsés, a nova capital do Egito. A grande esposa Real, Nefertari, será de grande importância na vida de Ramsés, como homem e como Faraó. Graças a amigos fiéis, que incluem um leão gigantesco, chamado Matador e o cão dourado, Vigilante, mais de uma vez sua segurança será assegurada. Uma rede de intrigas movida por pessoas gananciosas e com sede de poder, tentará derrubar o jovem Faraó, fazendo inclusive alianças com os temíveis Hititas, povo inimigo do Egito.

sábado, 15 de maio de 2010

O Sétimo Papiro

Um casal de egiptólogos, Duraid e Royan Al Simma, encontram o túmulo da Rainha Lostris, onde entre outros artefatos, são encontrados papiros escritos pelo eunuco Taita, fiel seguidor da Rainha. Este se revelará um grande artista, jogador e charadista e à medida que os egiptólogos se dedicam na tradução dos papiros, mais interessados ficam, pois ao que tudo indica, através do sétimo papiro, será possível localizar a tumba do faraó Mamose, enterrado com um fabuloso tesouro a cerca de 4000 anos. No entanto são vítimas de um ataque, onde Duraid é assassinado e o papiro e todo trabalho de pesquisa roubado. A partir de então Royan inicia uma corrida por sua vida. Antes de seu marido morrer, promete que seguirá com o trabalho de pesquisa iniciado, para tanto, resolve procurar Nicholas Quenton Harper, um conhecido aristocrata e eminente arqueólogo, que a ajudará nesta aventura. Os dois viajam para o local indicado no papiro, onde passarão por situações de grande perigo, porém não são os únicos que sabem deste segredo e descobrirão como algumas pessoas são capazes de tudo pelo que querem.

Imagem de Mariana Britto
Sigo andando a passos largos...
...sem rumo e sem destino, apenas observando o que se passa e o que passou, o conhecimento traz prazer mas também traz dor.
Jade

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