Vai deixa de tristeza e deixa o sonho te levantar, acredite que é possível ainda hoje uma virada, acredite que tudo foi apenas um engano, mantenha a rota do seu barco da vida, não desista novamente, as pedras são apenas restos que a chuva trouxe... amar, viver, sonhar, acreditar, lutar e até o chorar, são fases que compõem o grande quadro chamado vida, onde a tela é a sua história, as tintas são as pessoas que passam por ela, mas, o pintor, o responsável pela obra é sempre você! (Autor desconhecido)

domingo, 30 de maio de 2010

Violino

Quem leu minha lista de leituras, deve ter percebido que a autora mais lida por mim foi Anne Rice. Em minha opinião, e tenho certeza que na de muitas outras pessoas, uma grande escritora, que não mede esforços para escrever livros ricos em história, música, arte e personagens únicos, que nos prendem a atenção do início ao fim. É como se estivéssemos vendo um filme. Na época em que li vários livros dela em seqüência, quase podia sentir a presença de alguns personagens, tão forte é o sentimento que seus livros passam. Sem dúvida, e como já sabido do público, alguns personagens são inspirados em pessoas reais com quem conviveu. Em violino, Anne Rice se faz mais presente do que nunca, e, através da personagem Triana, vamos conhecer toda a dor que atormenta quem já perdeu alguém nesta vida. A personagem vive em Nova Orleans, na casa de seus antepassados, restaurada pela generosidade de seu segundo marido, Karl. Para seu desespero, Karl morre de AIDS, passando a fazer parte dos fantasmas que a assombram. No auge de sua dor, se consola na música deixada por grandes mestres como Beethoven e Mozart, quando é surpreendida pelo som de um magnífico violino próximo, ali na calçada, onde um misterioso homem parece tocar para ela. Este misterioso violinista, Stefan, será seu consolo e ao mesmo tempo um enigma a ser desvendado. Graças ao violino, Triana acaba por se envolver em algo sombrio e ao mesmo tempo maravilhoso. A música esta sempre presente é ela que move tanto Triana quanto Stefan em suas tragédias. E é com uma sensibilidade incrível que Anne Rice a descreve, com paixão e ao mesmo tempo suave.

Imagem de Mariana Britto
Sigo andando a passos largos...
...sem rumo e sem destino, apenas observando o que se passa e o que passou, o conhecimento traz prazer mas também traz dor.
Jade

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