Vai deixa de tristeza e deixa o sonho te levantar, acredite que é possível ainda hoje uma virada, acredite que tudo foi apenas um engano, mantenha a rota do seu barco da vida, não desista novamente, as pedras são apenas restos que a chuva trouxe... amar, viver, sonhar, acreditar, lutar e até o chorar, são fases que compõem o grande quadro chamado vida, onde a tela é a sua história, as tintas são as pessoas que passam por ela, mas, o pintor, o responsável pela obra é sempre você! (Autor desconhecido)

sábado, 20 de novembro de 2010

Valéria Docampo

Valéria começou a desenhar o desejo de captar a poesia das coisas cotidianas: os olhos das crianças e dos cães, as formas de plantas, o som das folhas secas no outono e do cheiro dos petiscos. Ela vive na cidade de Buenos Aires, Argentina.

Estudou Belas Artes e se formou em Design Gráfico na Universidade de Buenos Aires. Trabalha com a ilustração infantil, utilizando tanto técnica manual como digital e constantemente está investigando o uso de diferentes meios e materiais para alcançar novas formas de expressão.

Já trabalhou para editoras e estúdios de design da Argentina, México, Porto Rico, EUA, Inglaterra, França, Bélgica, Espanha e Grécia.

Um de seus mais recentes trabalhos pode ser conferido no livro "A Grande Fábrica de Palavras", da escritora francesa, Agnès de Lestrade, que foi publicado em vários idiomas, e que será lançado no Brasil pela Editora Aletria.


Parte da entrevista no site da Editora Aletria:
Aletria:
“A grande fábrica de palavras” é um livro sobre um mundo onde as palavras são raras. Ainda assim, a sua arte não é com as palavras, mas com imagens. Você consegue imaginar um mundo onde as imagens são tão raras quanto as palavras no livro?

Valeria Docampo: Imaginar um mundo sem imagens é um belo desafio, já que, enquanto existam pessoas com a capacidade de ver, haverá imagens. Talvez pudesse ser um universo similar ao que descreve o escritor José Saramago em seu livro “Ensaio sobre a Cegueira”, no qual ver é realmente excepcional e muito difícil.

Também é verdade que os que amam a leitura ingressam em um mundo habitado por milhares de palavras e nenhuma imagem. É tarefa do leitor desenhar as imagens em sua mente. Às vezes, nossa tarefa de leitores como criadores de imagens é tão intensa que, ao lembrar um livro lido há tempos nos vem à memória os lugares e situações imaginadas como se realmente existissem. Portanto, em um mundo sem imagens, talvez a literatura e a imaginação nos salvassem.

O mesmo acontece quando sonhamos. Como no livro “A granda fábrica de palavras”, acredito que muitos estariam dispostos a pagar muito dinheiro para ter em nossas mãos a imagem do nosso mais feliz sonho.
(para ler a entrevista na íntegra clique aqui)

Para conhecer mais do trabalho de Valeria Docampo, visite o site pessoal: http://www.valeriadocampo.com.ar/

domingo, 14 de novembro de 2010

Anjo

Segue algumas das fotos da exposição fotográfica Crede Ut Intelligas - Creia e entenda, trabalho fotográfico realizado em cemitérios da América do Sul e Central e Europa, fotografando obras sacras em mármore e bronze por Tadeu Vilani (Repórter Fotográfico - Fotógrafo do jornal Zero Hora, Porto Alegre-RS)

A maior parte são anjos e a perfeição dos traços é impressionante. Algumas esculturas parecem ganhar vida diante de nossos olhos e prestes a nos falar. O efeito de luz e sombra das fotos, só fez aumentar a beleza do trabalho.

(Exo 23:20) Eis que eu envio um anjo diante de ti, para que te guarde pelo caminho, e te leve ao lugar que te tenho preparado.

domingo, 7 de novembro de 2010

Sepulcro

Em Sepulcro, segundo livro de uma trilogia, teremos novamente duas histórias paralelas, que estão separadas por mais de um século. Em Outubro de 1891, a jovem Léonie Vernier e seu irmão Anatole saem apressadamente de Paris, a pretexto de passar um mês fora, aceitando o convite de uma tia, que mora na Herdade do Cade, próxima da cidadela medieval de Carcassonne. Leóne, uma jovem de 17 anos impulsiva e sem medo de viver uma aventura, adora seu irmão e nem desconfia dos reais motivos que os estão levando para a Herdade. Na partida, eles deixam em Paris a mãe Marguerite, que na juventude morou um período na Herdade, e que por algum motivo não revelado, não guarda boas recordações do lugar. Ao descerem do trem, nuvens marrons de arenito e poeira foram sopradas em seus rostos, agitadas pelo vento rodopiante que parecia vir de todas as direções. Em um café de Rennes-les-Bains, onde param para comer algo antes de seguir viagem, travam conversa com algumas pessoas do local, que deixarão, principalmente, Leóne, intrigada com a insinuação de má reputação da Herdade. Encantados com a tia que ainda não conheciam e o belo local, logo se habituam à rotina da propriedade. Leóne, que aprecia muito uma leitura, descobrirá na biblioteca um misterioso livro, que menciona a existência de cartas de tarô muito especiais e de um Sepulcro na propriedade, onde espíritos rondam os vivos.
Mais de cem anos depois, em Outubro de 2007, Meredith Martin, desembarca em Paris dirigindo-se logo após até o Hotel Herdade do Cade, para finalizar o que seria uma pesquisa sobre a vida do compositor Claude Debussy. Mas há mais por trás de sua viagem até aquele local. Ecos do passado, que dizem respeito às origens de sua família e que ela deseja descobrir. Durante a viagem, cruzará seu caminho com uma cartomante, que lhe apresenta o Tarô, algo no qual nunca acreditou, mas que atrairá sua atenção por uma série de coincidências, ou por uma razão. Fato é que a carta de La Justice, tem uma figura que muito se assemelha com Meredith e na leitura das cartas, aparece uma turvação dos acontecimentos, como se houvessem coisas deslizando entre o passado e o presente, o que se consolidará com os acontecimentos dos dias seguintes.

As vidas de Léonie e Meredith estão irremediavelmente ligadas, em meio a mistérios a serem desvendados. Outro livro de Kate Mosse que novamente prende a atenção do leitor do início ao fim, com cenas muito bem descritas, em meio a amores infelizes, perseguições, assassinatos e terror.

Agora é aguardar o terceiro livro, que com certeza, assim com os outros dois, não decepcionará o leitor.

sábado, 6 de novembro de 2010

Mulher

"A natureza é meu lar, meu refúgio, meu sonhar.
Pertenço a ela...
Faço parte dela!
Preciso do verde, do azul, do lilás
De um arco-íris de cores
De frutas e flores, amores e aromas.
Quero cheiro de mata molhada.
Quero o vento soprando em meu rosto.
Quero andar sem medo.
Quero dormir sob as estrelas.
Sou mulher da terra.
Do chão.
Sou raiz.
Escolho meu paraíso
E nele planto meu jardim.
Ando descalça por caminhos floridos...
Danço nos campos
Rodopio no ar
Tomo banho de chuva nua
Abro os braços e giro.
Olho para o céu e acredito.
Que existe destino.
Existindo eu escolho
Sigo, mudo, me recolho.
Me abro para o mundo
Eu decido.
Eu sigo meus instintos.
Sigo as estações.
Eu sou da terra
Do fogo, da água e do ar.
Sou de antes e de agora
Sou flor e espinho
Sou a água, sou o vinho.
Simples...
Sagrada
Sempre...
Mulher”.
Por Ká Butterfly

Imagem de Mariana Britto
Sigo andando a passos largos...
...sem rumo e sem destino, apenas observando o que se passa e o que passou, o conhecimento traz prazer mas também traz dor.
Jade

Postagens populares