sábado, 30 de outubro de 2010

Bella Toscana

A autora, Francês Mayes, que também escreveu o livro “Sob o Sol da Toscana”, que aliás virou filme, alterna residência entre a Califórnia nos Estados Unidos e Cortona, região da Toscana na parte central da Itália. Através deste livro, a exemplo do anterior, ela divide com os leitores uma parte de sua vida neste mundo pulsante que é a Itália.
Foto ao lado: casa da Autora.

Através de seus olhos, podemos ter uma noção do que seria viver naquele lugar maravilhoso. Esta região encantadora da Itália, em que predomina a vida rural e onde principalmente é cultivada a uva, podemos perceber que os italianos apreciam viver e comer bem. Pelo que descreve a autora, seus jardins são um caleidoscópio de cores e fragrâncias. Neles encontramos não só flores, como ervas e frutas. Aliás, sua flora é bastante parecida com a do Brasil. Poderemos encontrar na Itália dálias, rosas, lírios, gerânios, glicínias, margaridas, amor-perfeito e muitos mais. Na Itália toda, à exceção de zonas montanhosas, encontram-se a típica vegetação mediterrânea: oliveiras, laranjeira, limoeiros, vides, macieira, pereiras e pessegueiros. A região é formada por dez províncias: Florença (a capital), Siena, Arezzo, Pisa, Grosseto, Lucca, Livorno, Massa-Carrara, Pistoia e Prato e banhada pelos rios Lígure e Tirreno. As províncias são na sua maioria rurais e contemplam plantações de flores, vinhedos e pomares, distribuídos nos vales e encostas que merecem ser percorridas de carro, através dos caminhos charmosos e encantadores, cercados pelos campos de girassóis e oliveiras, plantações de lavanda e incontáveis vinícolas. Abençoada com grande beleza natural, vinhos e uma incomparável herança artística, a Toscana é a região italiana do Renascimento e provavelmente um dos principais destinos de jovens casais em lua de mel.

Trechos do livro:

“...Na primavera a terra intumescida anseia por sementes de nova vida.
Linda, a terra nas dores do parto, sob um nervoso vento oeste.
Soltam-se os campos, uma leve umidade está por toda parte.
Confiante cresce a relva, pois o sol jovem não lhe fará mal.
Os rebentos da vinha não temem a tempestade que se ergue do sul.
Nem a chuva de gelo que vem dos céus soprada pelo vento norte...
Não, corajosos, eles brotam agora e revelam suas folhas.
Assim foi desde que o mundo é mundo.
Cá está o brilhante alvorecer e o ritmo dos dias”.
Por Horácio (poeta lírico e satírico Romano)

“Os perfumes atuam como a música e a poesia, despertando sentimentos indizíveis que percorrem o corpo todo”.

Casa típica Toscana, na elevação do terreno

Cipreste, árvore típica da Toscana

Campo de Girassóis

Comuna Colle di Val Delsa

Firenze

Anjo em San Miniato

San Gimignano

sábado, 23 de outubro de 2010

Joanna Sierko

Nasceu em 13 de fevereiro de 1960 em Bialystok. Em 1985 se formou com honras do Departamento de Gráfica da Academia de Belas Artes da Varsóvia. Seu pai que é médico, Stanislaw Sierko, também é pintor.
A artista polonesa cria um mundo muito bonito, através de suas pinturas românticas, onde a magia está nos detalhes e na harmonia no uso das cores. A perfeição de alguns detalhes, quase levam o espectador a acreditar que está olhando para algo real, como na tela “Tarde Quente”, onde as roupas de uma de suas musas, secam penduradas no varal. Os tecidos parecem palpáveis.

Infelizmente não consegui descobrir o site dela, ou está fora do ar.



sábado, 16 de outubro de 2010

Labirinto


Em primeiro lugar recomendo não tirarem conclusões precipitadas, devido ao volume do livro. É uma obra “de peso”, nos dois sentidos da palavra, portanto vale muito a leitura.

A história transcorre na cidade francesa de Carcassonne, paralelamente em duas épocas distintas: Julho de 1209 e de 2005. No passado uma jovem sonhadora de 17 anos, Alaïs, vive no Château Comtal, onde seu pai, Bertand Pelletier, serve ao visconde Trancavel a mais de 18 anos, como administrador intendente. Recém casada e apaixonada pelo seu marido, Alaïs se dedica ao trabalho com ervas e especiarias, as quais aprendeu a manipular para criar emplastos e outros medicamentos. Sua vida tranquila e das outras pessoas em Carcassone será perturbada por rumores de uma guerra iminente. Neste meio tempo, seu pai recebe uma carta de um antigo amigo, a quem não vê a 20 anos, desde as cruzadas em Jerusalém. Pelletier estava sendo chamado a cumprir com seu juramento, protegendo um segredo envolvendo três livros, escritos em hieróglifos e que remontam a centenas de anos. Ele terá que decidir entre sua lealdade com o passado e o presente, e se vê obrigado a compartilhar este segredo com Alaïs.

No presente, Alice Taner é chamada à Carcassonne para receber a herança de uma tia, de quem nunca ouvira falar, e aproveita suas férias para resolver este assunto e dedicar alguns dias trabalhando voluntariamente, em uma escavação arqueológica nos Montes Sabarthès, sudoeste da França, junto com sua melhor amiga. É seu último dia na escavação e ela resolve empenhar todos seus esforços na esperança de encontrar algo memorável. Alice pensa ter visto algo brilhar e segue até próximo de uma rocha, onde um deslocamento de pedras revela a entrada de uma caverna. Ela sabia. Na verdade, eu adivinhei, diz a si mesma. E contrariando as normas resolve entrar sozinha. É mais forte do que ela, é como se algo a estivesse atraindo, como um imã. Ela avança e o ar frio da caverna parece se enroscar por suas pernas e braços. Lá dentro encontrará dois esqueletos e uma verdade a muito tempo perdida.

As vidas destas duas mulheres se cruzarão, em meio a uma rede de inveja, ganância e fanatismo, circulando e se encontrando novamente, como um labirinto.

Meus parabéns à autora, que conseguiu escrever um livro extenso e nem por isto menos instigante.

Kate Mosse é autora de outros dois romances e dois livros de não-ficção (mas até agora nas buscas que fiz pela internet, localizei apenas Labirinto e Sepulcro. Aliás, já estou com este segundo emprestado para ler!). Já foi apresentadora do programa da BBC 4 Readers and Writers Roadshow, e hoje é apresentadora convidada do programa Saturday Review da rádio Radio 4, também da BBC. Co-fundadora e Diretora Honorária do prêmio Orange de Literatura de Ficção, Kate é curadora de Artes e Negócios, Artes e Crianças e do Conselho de Artes do Sudeste da Inglaterra, e membro da Royal Society of Arts. Em 2000, ganhou o prêmio de Realização Feminina da Europa por sua contribuição às artes. Ela mora com a família em West Sussex e em Carcassonne (Cenário do livro Labirinto).

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Os Gêmeos

Os Gêmeos são uma dupla de irmãos gêmeos idênticos, grafiteiros de São Paulo, nascidos em 1974, cujos nomes reais são Otávio e Gustavo Pandolfo. Formados em desenho de comunicação pela Escola Técnica Estadual Carlos da Campos, começaram a pintar grafites em 1987 no bairro em que cresceram, o Cambuci, e gradualmente tornaram-se uma das influências mais importantes na cena paulistana, ajudando a definir um estilo brasileiro de grafite.

Os trabalhos da dupla estão presentes em diferentes cidades dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Cuba, entre outros países. Os temas vão de retratos de família à crítica social e política; o estilo formou-se tanto pelo hip hop tradicional como pela pichação. Além disto, já ultrapassou as barreiras do grafite nas ruas e chegou a museus do mundo inteiro. Nas exposições, além dos painéis, encontram-se esculturas gigantescas, carros e instrumentos musicais.

Em 22 de maio de 2008, executaram a pintura da fachada da Tate Modern (museu britânico de arte moderna), de Londres, para a exposição Street Art, juntamente com o grafiteiro brasileiro Nunca, o grupo Faile, de Nova York; JR, de Paris; Blu, da Itália; e Sixeart, de Barcelona.

Confira mais do trabalho destes dois artistas no site http://www.lost.art.br/osgemeos.htm


domingo, 10 de outubro de 2010

Anne Rice

Anne Rice Nasceu em 04 de outubro de 1941, em Nova Orleans, Louisiana, Estados Unidos.
Autora de vários romances, sendo um dos mais conhecidos até hoje “Entrevista com o Vampiro”, que inclusive virou filme. Os papéis principais são interpretados pelos atores Brad Pitt, Tom Cruise e Kirsten Dunst.

Anne Rice é uma célebre escritora que ficou mundialmente conhecida pelas Crônicas Vampirescas, onde conseguiu nos transportar, através de seus personagens de personalidade marcante, para um outro mundo, onde os vampiros estão entre nós.
Outro livro de Anne que também chegou à telinha foi “A Rainha dos Condenados”, pena que não vieram outros.

Quem ler um livro dela com certeza terá vontade de ler mais, pois as histórias são muito ricas e bem construídas, nos fazendo viajar na leitura. Além disto, ela soube usar uma dose de vampirismo e erotismo na medida certa, que mantém o leitor interessado do início ao fim.

Parabéns pelo seu Aniversário Anne Rice!

sábado, 9 de outubro de 2010

Fallen

Luce é uma adolescente de longos cabelos negros, que desde criança vê sombras que ninguém mais vê ou compreende para lhe explicar. Infelizmente a proximidade delas, normalmente é um presságio de que algo ruim está por vir. Com o passar dos anos, Luce aprende que não adianta falar das sombras, principalmente depois que algo misterioso acontece e seu namorado acaba morto. Luce se verá numa situação inexplicável e todos desconfiarão de sua culpa, até mesmo ela, que acaba sendo encaminhada para o reformatório Sword & Cross. Neste lugar conhecerá algumas pessoas, entre elas o enigmático Daniel. Um cara bonitão de cabelo e bronzeado dourados. Ao vê-lo uma atração irresistível a faz congelar, como se o mundo tivesse parado e tudo o mais empalidecido. Parecia loucura, mas ela tinha vontade de correr até ele. Ela o reconhecia de algum lugar, mas não sabia de onde. Para sua decepção Daniel parece fazer questão de ignora-la, o que a magoa profundamente. Ao contrário de Daniel existe Cam, outro cara do reformatório, que a cobre de gentilezas e que demonstra estar muito interessado nela, fazendo com que se sinta uma pessoa importante. Sword & Cross é um lugar bem diferente do que pensou, sombrio e decadente, com pessoas que parecem fazer questão de serem estranhas. Em meio a estranhice do lugar, Luce conhece uma garota chamada Pen, que se tornará sua amiga e a ajudará a tentar decifrar Daniel. No desenrolar da história Luce descobrirá que nem tudo é o que parece, e que existem muito mais coisas a serem desvendadas, além de Daniel e das sombras. Sua vida está em jogo e ela não sabe ainda como jogar...
Final do livro: Lutar pela única coisa que ela sabia que era boa o suficiente, nobre o suficiente, poderosa o suficiente para valer a pena arriscar tudo.
O amor.

A Autora, Lauren Kate, deixa algumas lacunas na história, a fim de manter o interesse dos leitores e, é claro, para dar seguimento em seu próximo livro “Torment”, cujo lançamento no Brasil parece estar previsto para março de 2011.

Na verdade se trata de uma série de quatro volumes e a Walt Disney já negociou a compra dos direitos para fazer um filme.

Detalhe, vejam a seguir a capa deste segundo livro
Não tem tudo a ver com o meu Blog? :)


domingo, 26 de setembro de 2010

Eu Sou o Mensageiro

Este livro relata a vida de Ed Kennedy, iniciando durante um assalto à banco, em que Ed vai dar uma de herói, impedindo o ladrão de fugir. Depois disto, sua vida, que era bastante banal, passa por uma reviravolta. Primeiro é a publicidade, seu nome é noticiado pela cidade como o mais novo herói do pedaço, o que não vai melhorar em nada seu relacionamento com a mãe. Sua vida se resume em ser taxista numa cidade pequena e jogar cartas com os três melhores amigos. Marv, Ritchie e Audrey. Há! Tem também o Porteiro, o cão fedorento, de 17 anos, que era de seu falecido pai, e que o acompanha num cafezinho. O bicho até parece que entende o que ele fala. Porém, depois daquele dia no banco, receberá estranhas cartas, de jogo de baralho, com anotações pouco esclarecedoras e que parecem querer conduzi-lo a algum lugar. A primeira carta, um ás de ouros, vem com três endereços e Ed acaba decidindo que deve conferir o que vai encontrar em cada um. Ele sente que precisa fazer alguma coisa, que sua vida não está levando ele a lugar nenhum, e que aquela será sua oportunidade de fazer algo. Ed é um adolescente de 19 anos sem perspectivas de futuro, mas que prova que pode ir muito além de sua condição. A linguagem do livro é bastante simples e direta, mas ao mesmo tempo é sensível e tocante. O final é surpreendente, espero que gostem. Não curti tanto quando o outro livro deste mesmo autor, mas é bom também.
Um trecho do livro:
Lua beija Marie.
É só um beijinho de leve nos lábios.
E ela retribui o beijinho.
Às vezes as pessoas são bonitas.
Não pela aparência física.
Nem pelo que dizem.
Só pelo que são.

Monstro do Mangá

O Livro Monstro do Mangá é uma versão encadernada dos três volumes da Coleção Como Desenhar Mangá. É muito bonito e se propõe a ensinar truques e dicas sobre como desenhar personagens no estilo mangá, usando do princípio básico da criação passo-a-passo de um modelo de personagem, divididos em três partes e nos seguintes grupos: Garotas, Fantástico, Monstros, Ficção Científica, Música e Samurai. Eles ensinam a desenhar a partir do esboço do esqueleto da figura, explicando a pose até uma versão de roupa íntima da personagem, depois mostrando o mesmo desenho com todos os detalhes e sombras até a versão colorida. O livro serve como inspiração para quem quer fazer este tipo de desenho. No final tem ainda uma parte com dicas de como trabalhar seus desenhos no computador, divididos em três partes, após cada dois grupos de ilustrações. Eles ensinam dicas de como scanear o desenho e como usar o Photoshop em seus trabalhos. Além de dicas de colorido e alguns efeitos interessantes. Um jovem talento recebeu este livro de presente e resolvi postar sobre ele aqui, mas como não entendo muito de Mangá, caso alguém se interesse em comprar, é bom conferir de perto. Uma coisa ninguém poderá negar, é muito bonito!
Seguem alguns desenhos do jovem talento que mencionei.



domingo, 12 de setembro de 2010

A Menina que Roubava Livros


Esta é uma história diferente, não tanto pela história em si, mas devido à identidade da narradora. Alguns a chamam de Ceifadora de Almas, outros simplesmente de Morte. A vida da nossa principal personagem, a roubadora de livros, foi capaz de impressionar até mesmo a Morte, que nos leva as almas, quando nossos corpos já não são capazes de carregá-las. Para alguns um momento de tristeza, indiferença ou alívio, dependendo de como e quando ela nos aparece. Lisel Meminger, a menina cuja vida foi salva em mais de uma oportunidade pelos livros, descobrirá neles um consolo e uma porta para o mundo das palavras. Sua história se passa na Alemanha, iniciando no ano de 1939, juntamente com a Segunda Guerra Mundial. Sua mãe sem condições de criar a menina e seu irmão mais novo, de seis anos, se vê obrigada a dá-los para adoção. E assim, numa viagem de trem para Munique, da qual nunca esquecerá, Lisel, de nove anos, conheceu a Morte, que veio ao encontro de seu irmãozinho. O pequeno Werner foi enterrado em uma cidade desconhecida, a meio caminho de Munique, na presença de sua mãe, irmã, um padre e dois coveiros. Tudo era branco e o frio fazia todos tremerem. Neste dia a menina se tornou a roubadora de livros, quando juntou do chão o livro caído do bolso de um dos coveiros. “O Manual do Coveiro”. Tendo em vista as poucas vezes que entrou numa escola, este livro por longo tempo será apenas uma ligação com seu irmão. Na rua Himmel, cidade de Molking, um casal esperava duas crianças, mas apenas uma apareceria. Para a roubadora de livros foi um passeio de carro, ela nunca andara em nenhum. Era um dia cinza, a cor da Europa. Hans e Rosa Hubermann seriam seu papai e mamãe de agora em diante. Não pensem que sua vida foi fácil, o casal era de origem humilde e a Alemanha vivia um momento perigoso, onde palavras levaram pessoas a odiar outras pessoas. Na rua Himmel, Lisel conhecerá o amor de um pai com olhos feitos de bondade e prata e de uma mãe briguenta e gritona. Também na rua Himmel, Lisel conhecerá seu melhor amigo, Rudy Steiner, um garoto da casa ao lado de cabelos cor de limão e haverá um Judeu, Max Vandenburg, seu amigo quase invisível, tendo em vista as circunstâncias. Sua segunda mamãe trabalha lavando e passando roupas para famílias ricas de Molking, e uma destas clientes, a mulher do prefeito, acabará se tornando uma pessoa muito importante em sua vida. A Menina que Roubava Livros é um livro rico e envolvente, contado de forma poética, em meio a uma época de que os seres humanos devem se envergonhar. Confesso que ri e que chorei em meio à leitura. O final do livro contém uma síntese do que me pergunto com freqüência, nas palavras da morte: Tive vontade de dizer muitas coisas(...), sobre a beleza e a brutalidade. Mas que poderia dizer-lhe sobre essas coisas que ela já não soubesse? Tive vontade de lhe explicar que constantemente superestimo e subestimo a raça humana – que raras vezes simplesmente a estimo. Tive vontade de lhe perguntar como uma mesma coisa podia ser tão medonha e tão gloriosa, e ter palavras e histórias tão amaldiçoadas e tão brilhantes. Nenhuma dessas coisas, porém, saiu de minha boca(...). Uma última nota de sua narradora. “Os seres humanos me assombram”.

sábado, 4 de setembro de 2010

Segunda-feira de Luto


A Dra. Temperance Brennan, uma respeitada antropóloga forense, está em Montreal a fim de se preparar para depor em um julgamento, quando é chamada em uma segunda-feira fria e úmida, para analisar ossos encontrados no porão de uma pizzaria. Brennan divide sua vida entre Charlotte, nos estados Unidos e Montreal, no Canadá. A história do livro se desenrola na fria cidade de Montreal, em pleno inverno, em meio a muita neve. Para sua infelicidade, terá que assumir este caso juntamente com o detetive Luc Claudel, um homem elegante e bom policial, porém de temperamento difícil e um cético em relação à utilidade da antropologia forense. Ao fazer um exame dos ossos, Brennan verificará que se tratam dos esqueletos de três mulheres jovens. Brennan na condição de mulher e mãe sente-se ainda mais comprometida em desvendar os fatos que, interromperam as vidas destas três mulheres na flor da juventude. Em meio à frustração vivida com o crescente desinteresse do detetive Luc Claudel pelo caso e o andamento de seu romance com o charmoso Andrew Ryan, Brenann se vê surpreendida pela inesperada visita de sua melhor amiga, Anne, que está vivendo um momento difícil em seu casamento. Ao pegar a amiga no aeroporto e leva-la para casa, descobrirá que alguém invadiu seu apartamento. Quem terá sido? Teria alguma relação com os ossos da pizzaria? Estas perguntas e outros acontecimentos recentes levarão Brenann a sair de seu laboratório e partir para uma investigação de campo. Segunda-feira de Luto é um bom livro de suspense, que manterá o leitor interessado até o fim. Curiosidade: Quando peguei este livro para ler, não sabia nada sobre ele, mas acabei sabendo que a autora, Kathy Reiches, é antropóloga forense e seus livros acabaram se tornando best-sellers, o que motivou a criação de uma série investigativa chamada Bones (ossos, em inglês), que é também o apelido da protagonista, a personagem Temperance Brennan.

Imagem de Mariana Britto
Sigo andando a passos largos...
...sem rumo e sem destino, apenas observando o que se passa e o que passou, o conhecimento traz prazer mas também traz dor.
Jade

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